PRECISAMOS FALAR SOBRE LESBOCÍDIO

Atualizado: 16 de Ago de 2019

Sabemos que o Brasil é o país que mais mata LGBTs no mundo. Quem lidera essas tristes estatísticas são travestis e transexuais. Recorrentemente assistimos a notícias de homens homossexuais sendo agredidos covardemente até a morte. A mídia, que pouca ou nenhuma atenção dá para todas essas vidas tiradas, invisibiliza ainda mais a morte das mulheres lésbicas.


Não vincular dados sobre violência contra lésbicas no país que mais mata LGBTs é outra forma de nos apagar, silenciar, minimizar as dores que enfrentamos.


Por que não vemos dados sobre lesbofobia? Por que nos escondem por trás de um nome maior - homofobia -, quando a violência dirigida a nós é diferente? Por que tentam nos apagar em todas as circunstâncias? Por que nossas cicatrizes não importam?


Para dar uma resposta às estatísticas invisibilizadoras, Milena Carneiro, que está inscrita no Lésbicas Que Pesquisam, criou o brilhante e necessário projeto LESBOCÍDIO - As histórias que ninguém conta. Vamos falar sobre nossas histórias?


Acompanhem as páginas do projeto:

https://lesbocidio.wordpress.com/ https://twitter.com/lesbocidio https://www.facebook.com/lesbdados/






“A lésbica, por sua vez, além de ser desviante, ainda sofre com a misoginia institucionalizada por fazer parte da classe mulher. Um exemplo disso é o nítido apagamento que as mídias reproduzem ao não identificar a violência contra lésbicas como lesbofobia, mas chamá-la de homofobia – erroneamente, uma vez que são violências distintas.” (Milena Carneiro)

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